Escuto costumeiramente a frase: Mãe é mãe! Uma forma
enfática de falar desse amor tão grande.
Admiro-o quando ele
vem cercado de bondade, ternura e que equilibra a família nuclear.
Maria é um exemplo admirável de maternidade.
Mulher agraciada que recebeu a missão de gerar o salvador.
Dentre todas outras mães que amam seus filhos, ela foi escolhida.
A particularidade de Maria, a meu ver, é que ela
tinha uma consciência saudável da realidade. A criança que era seu primogênito,
não era pra agregar a sua família e chamar de “sua”, aquele menino era para o mundo.
Maria cuida então dele, ensina-o a andar, falar, percebe os
primeiros dentes e a formação da personalidade daquele menino-salvador que
carregava no corpo seu DNA. O menino cresce se torna homem e entrega a vida por
amor da humanidade, mostrando que existe amor maior do que de mãe.
Ela o amou como criança, como filho, mas,
sobretudo como Deus. Aquele menino que nasceu em lugar humilde, sem pecados,
foi morto injustamente e não gerou nela nenhuma amargura em relação à vida. Não
havia indignação pelos que negaram sua missão.
Logo após a morte de Jesus, ela estava no templo, louvando
seu nome, com coração grato pelo privilégio de criar e conviver com o Senhor.
Não foi desperdício acordar nas madrugadas, se preocupar com as febres e
doenças da infância, daquele filho de Deus que cabia em seus braços, e
carregava seu cheiro de mãe.
Ele era seu Deus!
Maria ensina pra mim e pra você, que nada é nosso. Tudo vem
Dele. Seu cântico pode ser também o meu.
“Minha
alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em meu salvador, porque
atentou na pequenez da tua serva, pois eis que desde agora, todas as gerações
me chamarão de bem-aventurada, porque me fez grandes coisas o poderoso, e santo
é o seu nome ...”

Kika, texto muito edificante. Adorei! Bjss..
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