terça-feira, 19 de março de 2013

Maria, Mãe!


Escuto costumeiramente a frase: Mãe é mãe! Uma forma enfática de falar desse amor tão grande.

Admiro-o quando ele vem cercado de bondade, ternura e que equilibra a família nuclear.

Maria é um exemplo admirável de maternidade.

Mulher agraciada que recebeu a missão de gerar o salvador. Dentre todas outras mães que amam seus filhos, ela foi escolhida.

A particularidade de Maria, a meu ver, é que ela tinha uma consciência saudável da realidade. A criança que era seu primogênito, não era pra agregar a sua família e chamar de “sua”, aquele menino era para o mundo.


Maria cuida então dele, ensina-o a andar, falar, percebe os primeiros dentes e a formação da personalidade daquele menino-salvador que carregava no corpo seu DNA. O menino cresce se torna homem e entrega a vida por amor da humanidade, mostrando que existe amor maior do que de mãe.

Ela o amou como criança, como filho, mas, sobretudo como Deus. Aquele menino que nasceu em lugar humilde, sem pecados, foi morto injustamente e não gerou nela nenhuma amargura em relação à vida. Não havia indignação pelos que negaram sua missão.


Logo após a morte de Jesus, ela estava no templo, louvando seu nome, com coração grato pelo privilégio de criar e conviver com o Senhor. Não foi desperdício acordar nas madrugadas, se preocupar com as febres e doenças da infância, daquele filho de Deus que cabia em seus braços, e carregava seu cheiro de mãe.

Ele era seu Deus! 


Maria ensina pra mim e pra você, que nada é nosso. Tudo vem Dele. Seu cântico pode ser também o meu.

“Minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em meu salvador, porque atentou na pequenez da tua serva, pois eis que desde agora, todas as gerações me chamarão de bem-aventurada, porque me fez grandes coisas o poderoso, e santo é o seu nome ...”




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